Alguns mitos, equívocos e objeções comuns ao capitalismo parte 2

Continuando um post antigo, seguem mais alguns mitos, equívocos e objeções comuns ao capitalismo.

Três mitos a respeito da Grande Depressão e do New Deal

Mito #1: Herbert Hoover praticava o laissez-faire, e foi sua falta de ação que levou ao colapso econômico.

Na verdade Herbert Hoover era tremendamente intervencionista na economia. Sua intervenção cooperou para o início da depressão e sua continuada intervenção evitou que a economia se recuperasse logo.

Mito #2: o New Deal trouxe fim à Grande Depressão.

Longe de ser uma série de medidas coerentes contra a depressão, o New Deal foi uma tentativa de Frank Delano Roosevelt de demonstrar que estava fazendo alguma coisa. As medidas do New Deal apenas agravaram e prolongaram a crise. Países que adotaram uma postura menos intervencionista se recuperaram da crise mais rápido do que os EUA.

Mito #3: A Segunda Guerra Mundial deu fim à Grande Depressão.

Talvez este seja o pior mito de todos: a produção industrial no contexto da Segunda Guerra gerou empregos, aumentou o PIB, e com isso acabou com a Depressão. Conforme Friedrich Hayek afirmou, “da última vez que chequei, guerras apenas destroem”. Este mito é uma aplicação da falácia da janela quebrada, observada por Frédéric Bastiat. Guerras não produzem riqueza. Na verdade elas a destroem. O exame cuidadoso dos dados históricos demonstra que a economia dos EUA só se recuperou realmente quando a Segunda Guerra Mundial já havia acabado.

Mais alguns mitos, equívocos e objeções comuns ao capitalismo:

1. Capitalismo é racista e sexista

Considerando o capitalismo economia de livre mercado, onde indivíduos são livres para escolher, nada poderia estar mais longe da verdade. O capitalismo assim definido é cego para raça ou gênero. O que importa é a troca de valores. Para ficar em apenas um exemplo, as lideranças políticas do sul dos EUA pressionavam os donos de empresas de ônibus a segregar os passageiros com base na cor da pele. Os próprios empresários de ônibus queriam ganhar dinheiro com transporte de pessoas, independente da cor da pele. Apenas uma observação: recusar serviço com base em cor de pele, gênero, orientação sexual ou qualquer outro motivo é uma prerrogativa do indivíduo dentro do capitalismo. Leve seu dinheiro para uma instituição que o receba. A instituição que recusa serviço está perdendo dinheiro, e neste sentido já recebeu a punição dentro do capitalismo.

2. Capitalismo tende a bolhas e pânico

Esta é uma observação presente tanto em Marx quanto em Keynes. Conforme observado nos mitos sobre a Grande Depressão e o New Deal, exatamente o oposto é verdade. Conforme a Escola Austríaca em geral e Friedrich Hayek de forma especial observaram, é a intervenção do governo, particularmente no setor bancário e financeiro, que produz bolhas e pânico. A tentativa do governo de estimular a economia através de juros baixos e outros artifícios apenas cria ciclos de crescimento e queda. Milton Friedman e a Escola de Chicago fizeram observações semelhantes. Deixada livre a economia é de certa forma imprevisível, mas através do sistema de preços podemos nos guiar sobre quando e no que é melhor gastar.

3. Capitalismo não investe em coisas importantes

É difícil saber o que seria um investimento importante. Somente indivíduos podem avaliar o que é importante para eles mesmos. O raciocínio aqui é que há investimentos de longo prazo, que custam muito dinheiro e não produzem resultado imediato. Capitalistas não investiriam em voos espaciais ou na cura de doenças, por exemplo. Mais uma vez observa-se a falácia da janela quebrada: investir em uma coisa significa não investir na próxima melhor opção. Exemplos recentes mostram que empresas atuando no livre mercado podem fazer mais, melhor e com menos desperdício do que governos, inclusive quando o assunto é exploração espacial.

4. Capitalismo leva a produção de coisas duvidosas

Mais uma vez este é um argumento de orientação subjetiva. Aquilo que é duvidoso para um individuo pode ser bom para outro. Há aqui a velha máxima de que “o capitalismo produz necessidades artificiais”. Conforme Voltaire respondeu a Rousseau mais de 200 anos atrás, este argumento não se sustenta. O que é uma “necessidade artificial”? Tesouras são necessidades artificiais? E sabão? E pasta de dente? Porque seres humanos viveram por séculos sem estas coisas. Conforme já foi observado por Joseph Schumpeter, a grande virtude do capitalismo é justamente trazer conforto a baixo preço não para reis e rainhas, mas para as pessoas mais simples em uma sociedade. Ainda que alguns possam considerar certos produtos de consumo duvidosos. Apenas não comprem.

Referências:

3 Myths of Capitalism (YouTube)

Top 3 Myths about the Great Depression and the New Deal (YouTube)

Common Objections to Capitalism (YouTube)

Precios inflacionarios en la industria farmacéutica global

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En Guatemala se impuso la insignificante multa de US$.20,000 a la industria multimillonaria de farmacias que venden medicamentos con altos porcentajes de descuentos. Este caso es uno más de cientos que tienen lugar en los países en vías de desarrollo.  Estudios que explican las razones por las cuales se paga más por medicamentos en países en vías de desarrollo han sido publicados y luego, ignorados por el Establishment.  Al centro de la discusión deberían de estar los criterios utilizados por la industria farmacéutica para establecer los precios de sus productos.  Empezando por acá se podría corregir errores elementales como los que pueden leer en la imagen de esta noticia publicada el día de hoy en el diario Prensa Libre titulado “Descuentos en medicinas no son reales“.

Los burócratas en esta nota aducen que “los descuentos no son reales” y por lo tanto piden al gobierno que legislé sobre los precios a los medicamentos con el establecimiento de controles.

Desafortunadamente, una legislación de control de precios no funcionará. Los descuentos son reales, existen, se aplican sobre un precio establecido según las reglas del mercado estipuladas por lo que existe en el mercado (oferta controlada por la industria farmacéutica global + oferta regulada por una grupos de lobby locales) y por lo que están dispuestos a pagar los consumidores (demanda) por estos productos que de “precios de libre mercado” tienen solamente el nombre.

Se puede hacer algo acaso para (rescatar) esta industria de las garras de las grandes corporaciones y permitir que los precios sean establecidos según las reglas del libre mercado?

Sí, la solución es sencilla pero relativamente imposible. El establecimiento de precios inflacionarios sobre industrias controladas por una pequeña elite capitalista en el pseudo “libre mercado global” es el resultado de que estas industrias estén protegidas por privilegios en los países desarrollados. Es allá, en el norte global donde los primeros pasos de nuestra solución se hayan. Destruye la raíz de los problemas y es muy difícil que la mala hierba vuelva a crecer.  Para esto es necesario comprender las razones por las cuales la postura neoclasica de considerar este tipo de problemas desde el punto de vista de “fluctuaciones en las reglas de la oferta y la demanda” es incompleto y no integra la complejidad de las sociedades de economías corporativistas y patrimonialistas en ausencia del de estado de derecho y/o en la existencia de economías mixtas que favorecen a grupos de interés.

Lo que la nota de este periódico muestra es lamentablemente el final de la cadena de malas decisiones económicas que existen en todas las industrias de nuestros estados naciones hoy en día.  Lo que hacen las empresas de venta minorista es una copia en pequeño de lo que acostumbran hacer las industrias farmacéuticas globales.

La estrategia de imponer precios artificiales a través de acuerdos corporativos globales que fueron inspirados en los precios de monopolio a la antigua usanza del estado-nación continúan y solamente se transforman en nuevas estrategias comerciales conforme la economía se ha ido integrando cada vez más.  Se ha incrementado controlando monopólicamente el mercado global y  distorsionando ‘efectivamente’ los precios para inducir precios inflacionarios.

La crítica y solución debe dirigirse a cuestionar el actual modelo de  economía política que rige y en cuestionar las condiciones del actual dominio del capital financiero corporativista, la  crisis estructural del capitalismo corporativista y la crisis ‘artificial con los controles de oferta y aumento de precios que continúan imponiendo las industrias globales de la provisión de energía y alimentos.

Ya ven como la única solución de este problema es sencilla pero casi imposible? O quizás se pueda solucionar más fácil de lo que pensábamos?

El legado de Hugo Chávez

Propuesta del Candidato de la Patria Comandante Hugo Chávez Para la gestión Bolivariana socialista 2013-2019. Via: http://forajidosdelanetwar.blogspot.com/2012/11/caricaturas-e-imaginarios-en-la.html

Hace un año el actual presidente de Venezuela, Nicolás Maduro, anunció la muerte de Hugo Chávez.  Chávez fue el líder de la Revolución  Bolivariana en Venezuela y gobernó el país durante 14 años.  Maduro fue juramentado luego Presidente y recientemente ganó la reelección popular con una campaña que prometía continuar  con el legado de su mentor.

En el 2013, los datos del legado que dejaban los 14 años del gobierno socialista presentados por el Centre for Research on Globalization y por la Embajada Venezolana en los Estados Unidos son reveladores:

  • Venezuela cuenta con servicios de salud y educación universales gratuitos. Antes, 70% de los venezolanos no tenía acceso a servicios de salud.
  • Se eliminó el analfabetismo en el país.  Antes, 40% de los venezolanos eran analfabetos.
  • En los últimos 10 años, el PIB venezolano ha crecido al ubicarse en un nivel alrededor de los 300 mil millones de dólares. Esto representa un crecimiento sustancial frente a la década de los noventa cuando el PIB del país no llegaba a los 100 mil millones de dólares.
  • Se redujo en un 40% el costo de los productos de la canasta básica.
  • Aumentó el salario mínimo en más del 600%
  • Redujo el desempleo del 20% al 6%
  • El Índice de Desarrollo Humano (IDH) en Venezuela aumentó de 0,69 en  1998 a 0,84 en  2008, lo cual eleva a Venezuela a ser un país con rango de desarrollo humano medio a uno con rango alto.
  • De 2008 a 2012, el IDH descendió a 0,748 y alcanza el puesto 71 de 187 naciones y territorios que participaron de la medición.
  • Venezuela ocupa el puesto 71 entre los 179 países que figuran, según el informe anual del Programa de Naciones Unidas para el Desarrollo (PNUD). El coeficiente de Gini, que mide la desigualdad de ingresos, alcanzaron en 0.390 en 2012, el nivel más bajo en la historia de Venezuela y el más bajo en el Continente latinoamericano. En 1998, era de 0,4865.
  • Desde 1999, Venezuela incrementó sus relaciones comerciales con otros países en el hemisferio, así como con otras regiones del mundo. La mayor parte del comercio de Venezuela continúa siendo llevado a cabo en la región, con alrededor del 70% de las exportaciones de petróleo con destino a los países de las Américas, y los mercados de América del Sur, América Central y el Caribe están ganando importancia.
  • En 2012, un año antes de la muerte de Chávez, Venezuela era el tercer socio comercial más grande de Estados Unidos en América Latina y el número 14 más grande en el mundo, además de ser el cuarto proveedor de petróleo a EE UU.

Pero no todo ha sido fácil de conseguir en esta bonanza de estadísticas sociales y los drásticos cambios en el nivel de vida del pueblo venezolano han sido el resultado de muchos sacrificios impuestos en la población venezolana.

Con el ascenso de Chávez y el éxito inmediato de los cambios socioeconómicos en la población, la élite política chavista se aseguró el poder absoluto al conseguir el voto mayoritario en elecciones democráticas gracias a millones de venezolanos beneficiados por las reformas socialistas.  Este poder absoluto (democrático) permitió al gobierno socialista continuar con su plan e imponer restricciones a la libertad de expresión de la oposición, expropió sin muchos problemas industrias, eliminó fácilmente y sin mucha oposición el derecho a la propiedad privada y capturó los ahorros de millones de venezolanos.

Para Maduro, Chávez y muchos otros ideólogos socialistas antes de ellos, cualquier medio era justificable para la consecución del ideal revolucionario socialista.  Latino América, que durante décadas sirvió de laboratorio para experimentos económicos y políticos de líderes del mundo desarrollado fue la arena idónea para regresar a la dulce tentación socialista que había sido lograda con relativo éxito en otros continentes.

La fórmula del legado de Chávez es simple y poderoso:

Populismo anti-imperialista

+

petróleo nacionalizado

=

Socialismo clientelista 

Titulo: Sembrar petróleo. Por Emiliano Teran Mantovani. via: http://forajidosdelanetwar.blogspot.com/2012/11/caricaturas-e-imaginarios-en-la.html

La movilización y apoyo de los votantes en una nación democrática es fácil de conseguir cuando se posee el capital económico, político y/o militar para ofrecer al pueblo una salida de los sistemas de economía mixta extractivos que durante el siglo XX fueron implementados por las naciones desarrolladas del Norte Global y que fueron apoyadas por elites patrimonialistas en los territorios del Sur. El éxito de la revolución Bolivariana aseguró para otros países interesados en este experimento una segura y jugosa fuente de donativos para facilitar el efecto domino socialista que tanto temieron los ideólogos realistas gringos durante la Guerra Fría.  Sin duda, el legado de Chávez sigue vivo un año después de su muerte.

En los últimos dos meses la movilización de un importante grupo de la población venezolana causó manifestaciones en las ciudades más importantes del país.  Los manifestantes tenían muchas peticiones que iban desde reclamos por la corrupción del partido gobernante, reclamos por los altos índices de inflación que afronta el país y solicitudes de renuncia de los líderes de la revolución bolivariana.

Independientemente de cuántos  años más dure el partido revolucionario en el poder es seguro que su legado fue la implementación de una exitosa revolución socialista clientelista sostenida en la venta de petróleo a las economías mixtas del resto del mundo que mejoro los índices de desarrollo humano como nunca antes habíamos visto.  Así es que mientras el mundo siga dependiendo del oro negro, el mundo seguirá escuchando del legado de Chávez.

Este caro legado ha costado la libertad y los derechos de propiedad de miles de individuos. Venezuela sigue y continuará enfrentando desafíos en materia de seguridad, pues la tasa de homicidios de la región es la más alta del mundo. El regimen chavista es diariamente acusado de corrupción, incompetencia y la probabilidad de que esto cambie no es del interés de nadie. El año pasado la inflación fue del 56% y la escasez de productos básicos continuó agudizándose hasta este año.  Caracas se ha convertido en una de las ciudades más caras del mundo ocupando el puesto #6 según datos del WSJ.

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